Você. Sim, você. Você sempre quis saber como são feitos os videos do canal mais hilariante deste quadrante da galáxia? Sério? Eu também sempre quis saber como eles fazem os videos do Porta dos Fundos, mas vamos falar de Refrigerando.
Abaixo vocês terão a oportunidade de realizar uma viagem sem volta pelo glamouroso mundo do Refrigerando. Ok, não é glamouroso, mas a gente tenta enganar. Ok, nem tenta. Vê aí e fica de boa, vai.
Estamos aqui de volta na batalha, mano. Após um período de ausência de posts que incitou revoltas, protestos, reclamações e indiferença na alma das mais de 17 pessoas que acompanham o blog, estamos finalmente de volta para virar do avesso o mundo dos gaseificados desta Terra de Vera Cruz e adjacências.
Para o retorno mais esperado desde que Ricky Martin e os Menudos voltaram para chacoalhar o mundo com seu ritmo inebriante, escolhemos não apenas um, mas dois dejetos que foram escorregados reto abaixo para o mundo pelo mesmo indivíduo: Guaraná Vencetex e Tex Cola.
À primeira aparência, Guararapes teria tudo pra ser a capital nacional do refrigerante. Ela tem o nome “Guararapes” e… e é isso. Sei lá o que mais tem em Guararapes, quem souber deixa nos comentários (nem vou ler). Porém ironicamente, Guararapes conta com apenas um fabricante de refrigerantes, que é a gloriosa Bebidas Vencetex… encetex… cetex…. tex… ex… xxx…. O nome é tão estrondoso que ecoa nas entranhas da nossa língua portuguesa. Eu nem me atrevo a analisar a etimologia desta. Fica pra próxima.
Se você quer saber o que nós achamos desses dois mitos, monstros, cracaços de bola (NETO, José Ferreira) você pode conferir no vídeo abaixo. Se você quer saber o que vai acontecer na novela das oito, você pode ir de Chicago à Boston.
PS: A ausência de fotografia dos refrigerantes neste post não é de maneira alguma fruto de descuido e amadorismo, mas sim uma alegoria que incita o desapego à imagem, neste mundo cada vez mais superficial e iconoclasta.
Em um sábado quente e seco, nada comum na savana paulista, resolvemos acalmar os ânimos, refrescar os corpos e libertar nossas mentes com um refrigerante. Na verdade, quando resolvemos tomar o Xamego Laranja, estávamos todos esperando destruir os ânimos, acabar com os corpos e entorpecer nossas mentes, com mais um sub-extrato de incompetência à brasileira. Óbvio, como não pensar mal de uma produto que se chama “Xamego”? Xamego, para aqueles incultos sobre o linguajar falado na região brasileira mais próxima à Europa, quer dizer algo como “Carinho”.
A garrafa gigante de 3l de Xamego Laranja nos assustou ao ser trazida por nosso amigo Thiago Luzin, que já tem presentes o suficiente para ser indiciado por tentativa de homicídio. Tanto nos assustou, que repousou em nossa geladeira por tanto tempo quanto um whisky escocês. Mentira, foi algumas semanas, mas demoramos a nos permitir sorver o conteúdo desta garrafa que mais parece um extintor de incêndio circense.
A garrafa de Xamego, apesar de ter um rótulo realmente muito bem feito e bonito, possui inscrições curiosas: “Tome com prazer”, “Feito com Carinho” e “O Refrigerante da Família”. Imagino o que arqueólogos imaginarão quando encontrarem uma garrafa de Xamego soterrada nos escombros do que sobrar da nossa civilização.
O que nós achamos do refrigerante mais nordestino fabricado no estado de São Paulo você pode conferir no vídeo abaixo:
Eu e Renan Akerfeldt estivemos em Curitiba (porque o time é Coritiba e a cidade Curitiba?) desbravando um outro estado em busca de refrigerantes. Mentira, éramos turistas. Mas antes mesmo de sair de Mirassol, (a Nantes da Alta-Araraquarense) estava ávido a encontrar o famigerado guaraná de Framboesa. Encontramos a aberração no Carrefour mais próximo. Mas o que foi um verdadeiro choque, não foi encontrar o Framboesa em si: foi ver a má companhia do mesmo. Cini GengiBirra. What the fuckin fuck?
Após uma breve busca, descobri que Gengibirra é uma bebida típica das rodas de Batuque e Marabaixo. Sim. Os ‘what the fucks’ só aumentam.
A ocasião foi tão especial que resolvemos resenhar estas duas peças do wtf coletivo nacional em vídeo. Se gostarem, nós voltaremos a fazer. Se não gostarem também, porque we don’t care.